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Protagonista ou Coadjuvante?

Você já se deparou com alguém que te fez mudar o seu cotidiano por ele? Ou que seu sorriso só foi sincero porque pensou nele? Você já se entregou ao ponto de reservar seus finais de semana ou qualquer tempo livre da sua vida a ele?
Se isso é errado? Não. Se vale à pena? Depende da sua opinião.

E quantas vezes você fez isso por si mesmo (a)?

Você já parou para pensar que, normalmente, quando outra pessoa é o centro do seu universo, raramente, essa pessoa te dará a recomendada atenção? E por conta disso, monstros começam a serem criados dentro de si, com a função de chamar a atenção que esperávamos ou que a criatura costumava  fornenecer no começo? Aquele começo, que você estava inseguro (a) de ceder a si mesmo (a) e que finalmente aconteceu, aí tudo pareceu mudar. Esse tipo de situação dá inicio à uma guerra de cú doce surreal, começam os tais joguinhos - os quais eu particularmente detesto. 


Antes, eu não entendia muito bem tais frases que eu lia na internet, como: "você precisa se bastar". O que isso realmente quer dizer?
Quer dizer que você tem que ser os motivos dos seus sorrisos o dia inteiro, não só pela manhã, não só quando você lembra que você existe. Lembre-se que você existe 24h, são 168 fucking horas por semana – eu contei. Não espere que a dor cause a memória de que você é um ser humano. Não encare a dor mais de maneira negativa, convide seus demônios para um cerveja diária - só não se torne alcoólatra, por favor. Faça mais, usando seus dois lados, pelo mundo, aos animais e à natureza. E quando você perceber que seus defeitos e qualidades são um, fazem parte das suas característica e da sua personalidade, aí sim, você pode convidar alguém de fora para compartilhar seu próprio universo, onde VOCÊ é o protagonista e o outro, será metade disso e não um coadjuvante.

Lembre-se que semelhante atraí semelhante e o equilíbrio é essencial. O mal é bom e o bem também, na dose certa. 



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