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Amando essa Raposa.


Eu e você.


Que o tempo me tire tudo, menos você. Que o tempo leve todas as lembranças ruins, mas que deixe você. Que o tempo esqueça de fazer florescer, mas que lembre de deixar você. Que o tempo consiga aprimorar e melhorar todos os pensamentos dos hipócritas, mas que deixe você. Que com o tempo, as pessoas aprendam a enxergar a vida e os problemas de forma diferente. Que o tempo esquente o café, mas que não esqueça de deixar você pra tomar junto comigo. Que o tempo separe um tempo pra nós dois. Eu e você. Que o tempo dê um tempo pra você me amar, e que esse tempo não seja rápido. Que o tempo, com o tempo, aprenda a não levar você e sim, trazer. Que o tempo, apesar de bruto, aprenda a curar e não somente ferir. Que o tempo, apesar de tudo, não passe rápido. Porque apesar de qualquer coisa, é muito bom estar com você!— Autor Desconhecido.


Decisão

Decisão é o que muda sua vida e como disse William James: quando você não a toma, está decidindo não fazer nada. E bingo! Eu não consigo ser assim, não fazer nada não condiz com a minha personalidade.  Eu não consigo e me nego a ser pela metade, a me doar só um pouco, me entregar mais ou menos. Não dá!
Acho que sou muito obsoleta, mas acredito que a solidão não é tão ruim assim. Quer dizer, eu dou conta de mim, mas se sentir amada é bem melhor, imagino.
Mas voltando ao foco da decisão, decidir não encanar e ser feliz. Afinal, felicidade é uma combinação de sorte com boas escolhas (tudo o que eu não sei fazer), como disse a M.M.


Parece que eu nunca aprendo!

É quando eu apoio a cabeça no travesseiro que os pensamentos turbulentos invadem a minha mente, que os sentimentos mais intensos invadem o meu coração e arrancam-me lágrimas. Quando meus demônios deitam-se ao meu lado e iniciam um diálogo sem moverem os lábios e principalmente, quando me abraçam. E de repente, meu quarto é muito menor do que eu imaginava e minha cama já não cabe todos nós. Imagino que não há mais espaço nem dentro de mim. Parece que eu nunca aprendo.
Eles me fazem lembrar porquê concluí algumas vezes que precisar, gostar, amar e sentir falta de alguém, não me faz tão bem quanto deveria. E como ter alguém, nem sempre é realmente ter. Parece que eu nunca aprendo.
É quase aquele papinho de sempre: o problema não é você, sou eu. Sou eu e sempre será, porque pensamentos e ideais iguais aos meus são raros. Então, sim, eu sou o problema dos meus problemas, o ponto inicial, o foco, o motivo e sempre será assim. As coisas só irão mudar quando eu fizer o mesmo, aqui dentro. Parece que eu nunca aprendo.
Mas só pode ser ironia da vida, das pessoas. Reclamam porque sou distante e quando finalmente me aproximo, é você quem permanece atrás de várias linhas. Quando eu finalmente deixo acontecer, é você quem permanece atrás dos limites. Parece que eu nunca aprendo.

Até o momento que eu me cansar de tanta indecisão, de tamanha confusão e aí meu caro, quem aprenderá será você. 
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Liberte-se: eu estava errada.

Alguém - acho que posso chamar de amigo - insistiu para que eu voltasse a escrever nesse blog. Eu fiquei bem resistente no começo porque nã...