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Martha Medeiros

Se eu dissesse o quão apaixonada sou por essa escritora (no bom sentido, tá?), ninguém acreditaria. Acho que nem a minha mãe sabe. Preciso ser mais comunicativa, rs (como se eu falasse pouco!).
Ela escreve crônicas. Lindas e inspirantes crônicas. Eu gosto muito da visão da Martha com relação ao mundo, as conquistas, aos fins de relacionamentos e à ela mesma.
O nome do blog, inclusive, surgiu de uma das crônicas do "Doidas e Santas". E hoje, eu li algo de uma das crônicas da Martha que, para variar, se encaixou na minha personalidade:
(...) Eu sou lúcida na minha loucura, permanente na minha inconstância, inquieta na minha comodidade. Amo mais do que posso e, por medo, menos do que sou capaz. Quando me entrego, me atiro e quando recuo, não volto mais. 

Ai eu me indago se isso é bom ou ruim e quanto tempo ainda tenho para mudar. Será que eu preciso mudar?

Renovar

Já olhou em sua volta e sentiu aquele tédio eterno? Eu já, todo santo dia. É incrível a minha prática de enjoar de tudo. Eu olho para o meu quarto,  já sinto aquele ar pesado, necessitando de uma renovação de energia urgente.
Comecei a minha limpeza, jogando fora o inútil, doando os cansados, me livrando dessas energias monótonas. Doei a maior parte dos meus pelúcias (ai, meu coração), minha cadeira de computador (tenho outra), tudo! E isso me faz muito bem.
E tem outros departamentos na minha vida que eu preciso renovar...<3

Coisa de lobo.

‎"Passou pela minha cabeça voltar, mas o vento balançou os meus cabelos e mostrou que o caminho é para frente, reto e sem curvas."
                                                                                                   - Caio Fernando Abreu



]

Sartre tinha razão.



E as lamentações se repetem, independente da era, país, sexo e a cor do seu cabelo. Me deparo com inúmeras pessoas que definitivamente têm as mesmas reclamações em comum: amor. Achou que leria dinheiro, certo? Ha!
Admito que a maioria vem do público feminino, mas não é porquê os homens não são emotivos, mas as mulheres têm uma facilidade maior para a verbalização. Obviamente isso não é algo absoluto.
Assim como homens estão em falta, mulheres também estão. Quer dizer, existem homens exigentes por aí que não se encantam com qualquer coisa, certo? Certo! No final das contas, queremos o mesmo padrão de parceiro (a), quem nos acompanhará nos almoços de domingo, no passeio até o parque, para levar o cachorro na árvore do vizinho, ir ao cinema e até mesmo ir até aquele show de rock tão esperado, daqueles que berrar ainda é ser tímido!
Eu não sei você, mas eu não tenho muita sorte com essa busca, tanto que eu não estou buscando mais. Eu cansei. Não cansei do amor, mas cansei de fazer péssimas escolhas. Eu mesma me boicoto, faço cada sabotagem com a minha vida que nem eu mesma acredito. Burra.
Mas eu confesso, aprender a me amar a cada dia tem me ajudado a amar mais o próximo e tornado o amor a razão da minha existência.
Seria tão mais fácil se os homens que valem a pena saíssem com a camisa escrito “Principe Encantado”. Me sinto tão iludida pela Disney, chega até a ser vergonhoso confessar isso, mas eu juro que eu achava que eu seria a Pocahontas no mundo real e encontraria meu John Smith, louro, olhos claros, corpinho atlético. Coitada. Eu mesma não sou a Pocahontas, nem perto de ter aqueles fios negros maravilhosos.
Voltando ao assunto bad, minha nova colega de trabalho, uma francesa exagerada no batom vermelho (mentira, te adoro), vive me sondando com conselhos e ao revirar meus livros, me deparei com uma frase do Sartre que fez todo o sentido do mundo:
“ Não importa o que fizeram com você, importa é o que você fez do que fizeram com você”.
PERFEITO! ESSA FRASE FOI CRIADA PARA A MINHA CRISE EXISTENCIAL! E provavelmente, para a sua também. Por isso eu digo que não desisti do amor, não pulei do barco, eu não perdi a minha ternura, eu só fortaleci meu coração. Aliás, endureci.
Deixar as coisas acontecerem sem expectativas é a melhor opção, e eu já disse isso. Tudo tem o momento certo.
Tecnologia do Blogger.

Liberte-se: eu estava errada.

Alguém - acho que posso chamar de amigo - insistiu para que eu voltasse a escrever nesse blog. Eu fiquei bem resistente no começo porque nã...