Política de boa convivência
Estou tentando manter uma política de convivência diferente, tentando executá-la. Eu sou curta e grossa, admito, mas eu sou extremamente sincera (isso pode ser um problema) também, mas não sou a única. Acho que as pessoas já chegaram no limite, fartas de tanta hipocrisia e frustrasções que agora são como eu: delicadas igual coice de mula.Por essas e outras, acho que acabo afastando as pessoas e até quem não deveria, ai vem o grande desafio da nova política: não ser influenciável, mas ser agradável. Diíficil, hein? Mas vou arriscar, talvez só em Janeiro, rs.
Como disse meu chefe "mesmo tão nova, você criou valores fortes dentro de você", verdade chefe. Eu aprendi que falar de boca cheia é falta de educação, mas falar com o coração vazio é falta de caráter. Então, não consigo fingir algo que não estou sentindo naquele momento, é complicado. Por isso, eu acho que as pessoas precisam parar de mentir com o "eu te amo", não é algo a ser dito por nada, ou fazer planos ou promessas que não pretende cumprir pelo calor do momento. Você vai magoar alguém, frustrar alguém e criar um monstro. Depois não reclama que ex (amigo, namorado, marido) é um ou uma terrorista, a culpa também é sua.
Existem outras pessoas como eu, direta e reta e com um coração enorme, idealistas e que sofrem com facilidade por ver as desgraças que ocorrem no mundo, com a enganação presente no cotidiano. A ação do próximo depende da sua, favor cooperar. Não julgue, você não sabe o que houve.

