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Política de boa convivência

Estou tentando manter uma política de convivência diferente, tentando executá-la. Eu sou curta e grossa, admito, mas eu sou extremamente sincera (isso pode ser um problema) também, mas não sou a única. Acho que as pessoas já chegaram no limite, fartas de tanta hipocrisia e frustrasções que agora são como eu: delicadas igual coice de mula.
Por essas e outras, acho que acabo afastando as pessoas e até quem não deveria, ai vem o grande desafio da nova política: não ser influenciável, mas ser agradável. Diíficil, hein? Mas vou arriscar, talvez só em Janeiro, rs.
Como disse meu chefe "mesmo tão nova, você criou valores fortes dentro de você", verdade chefe. Eu aprendi que falar de boca cheia é falta de educação, mas falar com o coração vazio é falta de caráter. Então, não consigo fingir algo que não estou sentindo naquele momento, é complicado. Por isso, eu acho que as pessoas precisam parar de mentir com o "eu te amo", não é algo a ser dito por nada, ou fazer planos ou promessas que não pretende cumprir pelo calor do momento. Você vai magoar alguém, frustrar alguém e criar um monstro. Depois não reclama que ex (amigo, namorado, marido) é um ou uma terrorista, a culpa também é sua.
Existem outras pessoas como eu, direta e reta e com um coração enorme, idealistas e que sofrem com facilidade por ver as desgraças que ocorrem no mundo, com a enganação presente no cotidiano. A ação do próximo depende da sua, favor cooperar. Não julgue, você não sabe o que houve.

Então é natal e fim de ano. E agora?

A pior coisa para quem escreve é escrever sobre datas comemorativas, bem clichê. O foco sobre isso já passou, já não há mais motivos para escrever sobre a beleza do natal e mimimimi. Talvez escrever sobre a hipocrisia elevada das pessoas que passam o ano querendo o seu mal ou nem lembrando da sua existência me desejarem feliz natal, não. É para acabar né? Talvez eu só deva desejar feliz natal à todos e mimimimi.
Agora, sobre o ano novo... eu aconselharia à todos a fazer aquele limpa fenomenal na sua vida e armário, vender o que não quer mais, ou então, doe. Certamente alguém fará bom proveito de cada pedaço.
Todo dia é especial, não espere o natal para desejar coisas boas para quem se gosta, você pode não ter tanto tempo.


Plantar para colher mais tarde.

Faz 4 meses que estou nessa concessionária e já bem turbulenta. Minhas funções durante essa trajetória de trabalho variaram bastante, sério: RH, F&I, vendedora de acessórios, corretora de seguros e mais alguma coisa que eu não me recordo, eram cinco funções diferentes.
Pensando bem, são seis funções, já que eu preciso brincar de mãe com marmanjos, todos me dão trabalho de forma diferente e dois em especial, são piores. Ou eram.
Infelizmente (ou não) ontem um deles foi desligado, por ser o tipo de pessoa que não mede para fazer ou falar e quer sempre tirar vantagem. Se algo fazia parte de sua função, ele terceirizava. Fazia comentários impróprios sobre todos, utilizando palavras de baixo calão.
A questão é: ele estressava a equipe e isto basta. Claro que eu espero que ele encontre um outro bom emprego e evolua (e pare de entrar nas mesmas empresas que eu, já é a segunda vez) e mesmo assim, eu fico pensando o quão infeliz é a vida desse sujeito. Imagine ser abominado por várias pessoas, pessoas com personalidades distintas e mesmo assim, ninguém para bater o santo.
O que leva uma pessoa preferir ser o malandro no pedaço ao invés de não ser considerado apenas mais um, ser tão arrogante ao ponto de não assumir os próprios erros e preferir culpar quem na verdade estava tentando ajudar, fazer promessas que não tinha capacidade (física principalmente) para cumprir e o pior: mentir. Mentir que tinha problemas de saúde para não trabalhar, mentir para trabalhar, mentir para todos e por tudo, até para a própria mãe.

Esse é o exemplo do pior tipo de humano: vazio.

Sofrer por amor

Terminei meu relacionamento de quase três anos não faz muito tempo. Superei. E me deparei com outras pessoas na mesma situação que a minha ou à caminho: o término.
Como meu relacionamento já havia acabado há muito tempo (demorou para cair a ficha), isso me ajudou a diminuir a dor ou evitá-la. E eu tive sorte, pois a maioria, sofre por meses ou anos.
Eu parei para observar e filosofar sobre isso, assuntos do passado causam transtorno ao futuro ou interrompem um belo futuro e se for o seu caso, pare já com isso.
Cada sujeito que passou por nossas vidas, foram marcantes dentro da sua realidade (pode ser de uma forma boa ou ruim), mas se já está no seu passado e você(s) está(s) disposto(s) a manter assim, então já deu. Passa a borracha, vira a página, joga na fogueira ou simplesmente perdoa, não só a outra pessoa, mas você também.Assuntos mal resolvidos são como carrapatos, é insuportável para matar essas pragas (eu que sei).
Eu percebi que ficar me martirizando quanto ao meus últimos relacionamentos só trariam o caos interminável para minha própria vida, e não dos outros que provavelmente já estão todos animadinhos com a vidinha de "solteiro na balada pós 25 anos". O tempo não cura, mas ele faz esquecer, basta você querer. Não deixe a sua vida passar desapercebido por conta de pessoas que não merecem esse tipo de sacrifício, não deixe que outras pessoas passem desapercebido por você. Talvez um dia essa pessoa aprenda, mas não será com você (e muito menos comigo, por isso já mudei o número do meu celular).

Dê a autorização da felicidade. Desapega e seja feliz, please.


Liberdade de escolha.

Nos últimos dias, percebi através de opiniões de pessoas diferentes (bem diferentes) o que é uma pessoa coerente, estável. O normal é você ter medo de sair de um emprego que te faz infeliz, é se submeter a sorrisos falsos, a mudar de opinião por outros. É quem não tem personalidade ou opinião própria, ou se tem, não expõe. Militarizado ou monopolizado. O oposto disso, um inconsequente.
Experimente explodir, dizer o que pensa, se agarrar nas suas verdades imutáveis, respeitar a opinião do próximo e amar o universo para entender o que eu digo. Diga que tem um plano diferente para cada dia: hoje você irá para o Alasca e amanhã, São Paulo.
Arrisque dizer que você fará faculdade de artes, música ou letras ao invés de direito ou engenharia.
"Você vai passar fome", certamente dirão.
E daí? Vai me dizer que não existem médicos mal sucedidos e músicos bilionários?
Todo grande músico ou grande engenheiro começou como todo mundo, zerado. Certamente eles só fizeram algo diferente da maioria, arriscaram.
Se você ama algo, tem um sonho, corra atrás. Mesmo que você não ganhe a satisfação do dinheiro, você ganhará a sua auto realização, o que é bem melhor do quem se forma em algo que não suporta nem em ouvir o nome da profissão.
Dinheiro em excesso não é felicidade, é depressão. A pior desgraça do mundo é a infelicidade, o resto a gente corre atrás. Pessoas felizes não enchem o saco, não ficam sozinhos, não têm problemas de saúde, não ficam sem emprego e não passam fome.

A sociedade oprimi grandes talentos e apresentam ao auge pessoas que não deveriam estar ali. Eu tenho tantos amigos/amigas que têm um potencial incrível para colocar o Picasso no chinelo (não estou desmerecendo o Picasso, sou fã dele). São pessoas com o mesmo potencial e se tornaram invisíveis por essa opressão (que muitas vezes vem de casa).
O mundo é feito de amor, amor é feito de arte, não importa em qual forma ela se apresente. Sabe o hippie que faz brincos de pena ou côco na praça ai perto da sua casa? Aquilo é arte.




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Liberte-se: eu estava errada.

Alguém - acho que posso chamar de amigo - insistiu para que eu voltasse a escrever nesse blog. Eu fiquei bem resistente no começo porque nã...