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A vida (sempre) faz a entrega na porta errada

Eu já havia mencionado isso em outra crônica aqui, mas ultimamente, mais do que nunca, tenho percebido o nível de exatidão.
Para quem não sabe, eu sou professora de idiomas e tenho contato com várias pessoas diferentes, de idades diferentes e vidas diferentes. Para quem não sabe, eu não tenho pouco azar no assunto “amor”. Então, eu observo muito a vida amorosa de outros também e noto o quão injusto é esse padrão, parâmetro de “alma gêmea” que a vida tem. Funciona assim:
A moça trabalhadora, guerreira e altruísta está (seja um namoro ou casamento) com um rapaz que, não seja necessariamente mau-caráter (às vezes sim), mas acomodado. A moça que trabalha, estuda, cuida da casa, socorre a família, o vizinho, o cachorro e ainda tem tempo para o cara.  E o rapaz, trabalhador, altruísta e guerreiro, está com a poodle gigante francesa da porta ao lado, que trabalhar é mais por status e lavar a louça é sacrificante. Ela afirma que vai perder as patas, digo, mãos.

Querida Vida,
Se isso é um jogo do equilíbrio, por favor, pare. Você está traumatizando, revoltando e desregulando as boas criaturas presentes ainda aqui. Tente um plano B, onde as boas pessoas permaneçam com pessoas, energeticamente, de mesma personalidade.

O pior é não ter certeza se dessa vez eu escrevi uma crônica me baseando em terceiros - como sempre faço - ou em mim. 


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Liberte-se: eu estava errada.

Alguém - acho que posso chamar de amigo - insistiu para que eu voltasse a escrever nesse blog. Eu fiquei bem resistente no começo porque nã...