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Parece que eu nunca aprendo!

É quando eu apoio a cabeça no travesseiro que os pensamentos turbulentos invadem a minha mente, que os sentimentos mais intensos invadem o meu coração e arrancam-me lágrimas. Quando meus demônios deitam-se ao meu lado e iniciam um diálogo sem moverem os lábios e principalmente, quando me abraçam. E de repente, meu quarto é muito menor do que eu imaginava e minha cama já não cabe todos nós. Imagino que não há mais espaço nem dentro de mim. Parece que eu nunca aprendo.
Eles me fazem lembrar porquê concluí algumas vezes que precisar, gostar, amar e sentir falta de alguém, não me faz tão bem quanto deveria. E como ter alguém, nem sempre é realmente ter. Parece que eu nunca aprendo.
É quase aquele papinho de sempre: o problema não é você, sou eu. Sou eu e sempre será, porque pensamentos e ideais iguais aos meus são raros. Então, sim, eu sou o problema dos meus problemas, o ponto inicial, o foco, o motivo e sempre será assim. As coisas só irão mudar quando eu fizer o mesmo, aqui dentro. Parece que eu nunca aprendo.
Mas só pode ser ironia da vida, das pessoas. Reclamam porque sou distante e quando finalmente me aproximo, é você quem permanece atrás de várias linhas. Quando eu finalmente deixo acontecer, é você quem permanece atrás dos limites. Parece que eu nunca aprendo.

Até o momento que eu me cansar de tanta indecisão, de tamanha confusão e aí meu caro, quem aprenderá será você. 

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